Após paralisações, Prefeito decreta calamidade e vai contratar novas empresas de ônibus

Prefeito assinou na noite desta quinta-feira (28), decreto de calamidade pública no transporte urbano da capital

Prefeito de Teresina rompeu contrato com Consórcios na Capital

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB) assinou na noite de ontem, quinta-feira (28), decreto de calamidade pública no transporte coletivo da capital. A medida emergencial acontece em meio a uma das maiores crises no sistema de transporte da capital. Motoristas e cobradores decretaram greve por tempo indeterminado. A categoria realiza paralisações há cerca de um ano.

Com o decreto, a Strans (Superintendência de Transporte e Trânsito) fica autorizada a adotar medidas visando a contratação emergencial de empresas para gerirem o transporte na capital.A prefeitura já está realizando consulta a banco de preços em outros estados, para  contratação de empresas para atuarem na capital.

No decreto, a prefeitura afirma que houve o descumprimento de cláusulas contratuais dos quatro consórcios de ônibus.

“Que após o pagamento da primeira parcela da entrada do acordo extrajudicial com os consórcios, os operadores se comprometeram a dar efetivo cumprimento sem interrupção das ordens de serviços emitidas pela Strans, fato que não ocorreu como se verifica com inúmeras paralisações do Sistema”, a prefeitura já repassou R$ 4,5 milhões de um acordo de pagamento no valor de R$ 21 milhões com os consórcios.

A bilhetagem eletrônica, que estava prevista para a prefeitura assumir dia 1º de dezembro, será antecipada com o decreto de calamidade. Pelo decreto, serão garantidos aos usuários a manutenção dos créditos já adquiridos e não utilizados.

As atuais empresas que operam ficam obrigadas a fornecer, no prazo máximo e improrrogável de 48 horas os seguintes dados:

1) número de identificação do cartão do usuário;

2) cadastro do usuário vinculado a cada cartão;

3) saldo global de créditos não utilizados e válidos no sistema;

4) saldo individualizado de cada cartão do usuário, com o respectivo prazo de validade.

O secretário municipal de Governo, André Lopes, esclareceu que a prefeitura quer sanr a situação da má prestação de serviços que a população enfrenta.

“O prefeito quer com o decreto de calamidade sanar a situação de má prestação de serviços que a população enfrenta. Não há intenção de prejudicar as empresas, até porque o espaço que vai ser ocupados por esses ônibus credenciadas ou pelas empresas, eventualmente contratadas de forma emergencial, será o espaço deixado pelos ônibus que estão em greve”. Afirmou o secretário.

Ainda de acordo com o secretário, cerca de 140 ônibus já foram credenciados e já vão começar a atuar a partir desta sexta-feira (29), nas rotas prejudicadas com a greve dos motoristas e cobradores de ônibus.

One Response

  1. Parabéns meu prefeito, esses empresários estão ricos e ñ querem pagar os funcionários deles dignamente só se aumentar o valor da passagem sabendo que
    Os usuários ñ tem condições
    coloca outras empresas mesmo

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