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Coronavírus

Manaus: professores protestam após aumento de casos da Covid-19 nas escolas e pedem suspensão das aulas

O Maranhão deve repensar o retorno das aulas presenciais e acompanhar os acontecimentos do estado do Amazonas

Professores e funcionários de escolas protestaram ontem, quarta-feira (26), em frente à Escola Estadual José Bernardino Lindoso, na Zona Norte de Manaus, após o aumento no número da Covid-19 entre professores e funcionários. As aulas presenciais em Manaus retornaram no dia 10 de agosto, ou seja, pouco mais de duas semanas, depois que o governo estadual apontou redução no número de contaminação e mortes pelo novo coronavírus na capital.

O estado do Amazonas foi o primeiro estado do País a reabrir as escolas públicas. Após protestos e casos confirmados nas unidades, o Governo do Amazonas anunciou a testagem em massa de 30 mil profissionais da educação no dia 18.

Na manhã desta quinta-feira (27), mais protestos devem ocorrer em outras unidades de ensino, com pedidos de suspensão imediata das atividades em sala de aula em razão da pandemia.

Outras unidades da federação devem tomar como base, o que está acontecendo no estado de Manaus e se precaverem para evitar uma nova onda da covid-19.

Prefeitura de Manaus

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), garantiu que não vai reabrir as escolas da rede municipal de ensino. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (26), durante entrevista concedida ao jornalista José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. Arthur justificou que não acredita na chamada “imunidade de rebanho” da população manauara contra a Covid-19.

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